O FC Porto não conseguiu registar qualquer remate durante a primeira parte do jogo contra o Manchester City, realizado no Estádio do Dragão. Esta ausência total de oportunidades de finalização deixou a equipa portuguesa em clara desvantagem ofensiva durante os primeiros 45 minutos.
Em contraste, o Manchester City criou várias situações de perigo, com um total de seis remates, cinco dos quais enquadrados com a baliza adversária. A equipa inglesa terminou o primeiro tempo com um xG (golos esperados) de 1.25, indicando que criou oportunidades suficientes para marcar pelo menos um golo.
O guarda-redes Diogo Costa foi fundamental para manter a baliza inviolável do FC Porto, realizando intervenções cruciais para negar o golo aos jogadores do City. Do outro lado, Erling Haaland, avançado do Manchester City, tentou várias vezes quebrar o nulo, mas não conseguiu concretizar as suas oportunidades.
O resultado ao intervalo era de 0-0, apesar da superiority واضحة do City em termos de criação de jogo e finalização. A eficácia defensiva do FC Porto, personificada nas intervenções de Diogo Costa, compensou a falta de produção atacante da equipa portuguesa durante a primeira parte do encontro.



