O senator e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu nesta terça-feira o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O pedido foi feito após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que apontou o monitoramento ilegal das atividades de Andrei.
Flávio Bolsonaro afirmou que um suposto "grupo especial de Lula" dentro da corporação foi "desmascarado oficialmente". O senador utilizou termos como "companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de Lula" para se referir ao chefe da PF.
A manifestação foi acompanhada por uma ofensiva de integrantes da campanha e aliados do presidenciável em defesa do ministro André Mendonça e contra a cúpula da PF, Alexandre de Moraes, e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Andrei Rodrigues foi acusado de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF. Na ocasião, Flávio Bolsonaro pediu que a Polícia Federal volte a ter autonomia para investigar criminosos, e não adversários políticos.




