O PAN reagiu às ações do partido Chega, afirmando que este partido não quer uma crise política, mas escolhe o instrumento que existe para a provocar. A posição foi expressa por Inês Sousa Real, porta-voz do PAN.
A declaração de Inês Sousa Real surge como resposta às movimentações políticas do Chega. A responsável do PAN sublinhou que não se apaga um incêndio deitando gasolina para cima do mesmo, numa crítica implícita à estratégia adotada pelo partido de direita.
Este episódio insere-se no contexto de tensão política entre os partidos, com o PAN a assumir uma posição de crítica face às escolhas do Chega. O partido centrista optou por comentar publicamente a situação, alertando para as consequências das decisões tomadas.




