O ministro da Administração Interna, Luís Neves, foi ouvido no Parlamento durante mais de quatro horas, numa sessão que decorreu no contexto de uma crise política relacionada com a sua pasta. Durante a audição, o ministro assumiu que cometeu erros, mas garantiu que esses erros não lesaram o Estado português.
Luís Neves afirmou claramente que não pretende pôr o lugar à disposição, ou seja, não pretende renunciar ao cargo por vontade própria. O ministro indicou que só deixará o executivo se o primeiro-mininistro assim o entender e decidir.
A sessão parlamentar длилася mais de quatro horas, durante as quais o governante foi confrontado com questões sobre a sua atuação e as decisões tomadas no âmbito do Ministério da Administração Interna. Este tipo de audição parlamentar é um mecanismo de fiscalização política previsto na Constituição portuguesa.




