O Tribunal Judicial de Beja voltou a condenar os homicidas de Baleizão a 22 anos de prisão pela morte de dois cidadãos alemães. Esta é já a terceira decisão sobre este caso, depois de o Tribunal da Relação de Évora ter determinado a nulidade parcial do primeiro acordão e anulado o segundo.
O caso envolve assassinos naturais da vila alentejana de Baleizão, que foram julgados pelo homicídio de dois turistas ou residentes alemães. A sentença de 22 anos aplica-se ao conjunto dos crimes praticados.
A complexidade do processo deve-se ao facto de o tribunal ter sido obrigado a reapreciar a matéria factual e jurídica após as decisões do Tribunal da Relação de Évora. Primeiro, foi declarada a nulidade parcial de um acordão, e depois, o segundo acordão foi totalmente anulado.
Com esta terceira condenação, o tribunal de primeira instância de Beja reafirma a pena de 22 anos de prisão para os assassinos, procurando resolver as questões levantadas pelas instâncias superiores que conduziram às nulidades anteriores.




