O ministro da Administração Interna, Luís Neves, manifestou hoje publicamente o seu desagrado relativamente a uma narrativa que tem vindo a associar o seu nome a questões relacionadas com droga. O governante considerou que algumas expressões utilizadas pelo partido Chega foram injuriosas e ofensivas.
Luís Neves reagiu a comentários que terão comparado situações distintas, mencionando que "só faltava, como foi dito, vender droga ou contrabando de álcool", referindo que tais afirmações são "injuriosas para todos" os envolvidos.
O ministro criticou o facto de diferentes assuntos terem sido apresentados em conjunto, referindo que "falou-se do carro, do camião, da arma, passou-se tudo num pacote, como se fosse tudo a mesma coisa". Esta abordagem foi interpretada pelo governante como uma tentativa de associar indevidamente o seu nome a atividades ilegais.
A reação de Luís Neves surge no contexto de um debate político onde o seu nome tem sido associado a questões de droga por parte de forças políticas, nomeadamente o Chega, que terão utilizado expressões que o ministro considerou desproporcionadas e lesivas da sua honra.



