O Partido Socialista (PS) decidiu abster-se na moção de censura apresentada pelo Chega, de forma a não ficar ao lado do PSD na votação. Esta posição foi tomada para evitar uma aliança política que o partido não deseja.
Luís Neves, ministro da Administração Interna, respondeu durante quatro horas aos deputados no Parlamento. Durante a sua intervenção, o ministro admitiu a existência de "informalidades" no seu trabalho, mas defendeu as ações realizadas durante os seis meses que leva no cargo.
O debate em plenário da moção de censura está agora a cargo dos partidos políticos. O Chega, partido que apresentou a moção, tem o chumbo garantido, uma vez que a moção não deverá recolher apoios suficientes para ser aprovada.
O ministro da Administração Interna volta a estar no centro do debate político, com a sua atuação e as informalidades admitidas a serem alvo de discussão por parte dos diferentes partidos representados no Parlamento.




