A Torre Eiffel reabriu hoje, um dia depois de uma greve que paralisou o monumento. A paralisação foi convocada por funcionárias que protestaram contra a exclusão de mulheres da equipa durante a visita de um grupo religioso hindu.
As trabalhadoras ficaram chocadas com a decisão de remover as mulheres da equipa que atenderia o grupo religioso hindu. A greve gerou impacto nas operações do monumento, resultando no seu encerramento temporário ao público.
A visita do grupo religioso hindu foi o gatilho para o protesto. As funcionárias consideraram a exclusão uma forma de discriminação e decidiram paralisar as atividades em defesa da igualdade de tratamento no local de trabalho.
Após a negociação entre a direção e as funcionárias grevistas, o monumento foi reaberto ao público. A situação colocou em destaque as tensões entre práticas religiosas e políticas de igualdade de género no local de trabalho.




