As exportações portuguesas de vinho enfrentam um panorama mundial descrito como "muito negativo", o que coloca em causa a meta de mil milhões de euros traçada para 2023. A quebra de 6,2% nas exportações de vinho no primeiro semestre serve como ilustração desta situação adversa.
O presidente da ViniPortugal manifestoupublicamente a sua incredulidade quanto à possibilidade de atingir o objetivo dos mil milhões de euros ainda este ano, considerando que tal dependeria de uma "grande reviravolta" nas condições atuais do mercado.
O artigo sugere que a meta de mil milhões de euros poderá vir a ser adiada para 2026, caso as condições de mercado não melhorem significativamente. Esta revisão temporal reflete as dificuldades enfrentadas pelo setor vitivinícola português no contexto económico mundial atual.




