Luís Rufo, descrito como um "falso advogado", ficou em silêncio no início do julgamento que decorre no tribunal de Braga. O homem está pronunciado como arguido no processo.
Luís Rufo enfrenta 141 crimes de usurpação de funções, segundo os quais terá atuado de forma ilegal na qualidade de advogado sem possuir a devida formação ou habilitação profissional para o exercício da advocacia.
O julgamento arrancou esta semana no Tribunal Judicial da Comarca de Braga, onde o arguido optou por não prestar declarações nesta fase inicial do processo.
Este caso surge num contexto em que têm sido identificadas diversas situações de exercício ilegal da advocacia em Portugal, com pessoas a representarem terceiros em processos judiciais sem estarem inscritas na Ordem dos Advogados.




