Um artigo de opinião explora a fascinação do seu autor pelos jardins ingleses, embora confesse ter dificuldades em distinguir flores como dalias e rosas. O texto sugere que existe algo de profundamente civilizacional na forma como os britânicos cultivam os seus jardins.
O autor descreve os jardins britânicos como verdadeiros labirintos de verde, preenchidos com uma grande variedade de espécies de flores em múltiplas cores. Esta imagem contrasta com a confissão inicial do autor sobre o seu limitado conhecimento de jardinagem.
O artigo surge sob o título "As cidades também florescem", sugerindo uma reflexão sobre o papel dos jardins e espaços verdes na vida urbana. Trata-se de um texto de tom pessoal e reflexivo, mais próximo de uma crónica do que de uma notícia convencional.




