A Assembleia da República debate e vota hoje a moção de censura do Chega ao Governo, centrada na manutenção do ministro da Administração Interna, Luís Neves, no executivo. A moção, que tem chumbo garantido por não reunir os votos necessários à sua aprovação, intitula-se "Pelo fim de um Governo sem autoridade política, incapaz de assumir responsabilidades e de garantir confiança nas instituições".
Trata-se da primeira moção de censura ao XXV Governo Constitucional. Na apresentação da moção, na quarta-feira, o presidente do Chega, André Ventura, apresentou os argumentos do partido, tendo indicado ter um objetivo claro com esta iniciativa política.



