Sete meses após as derrocadas em Porto Brandão, no Concelho de Almada, ainda há 113 pessoas deslocadas que não conseguiram regressar às suas habitações. As intempéries causaram destruição significativa na zona, deixando muitas famílias sem teto.
Entre os afetados está Paula, uma das vítimas que perdeu tudo com a passagem das condições meteorológicas adversas. Após o desastre, a mulher viu-se forçada a andar durante seis meses de alojamento em alojamento, sem找到一个 lugar固定 para viver.
Finalmente, Paula conseguiu arranjar um espaço próprio onde pode habitar. No entanto, a situação não está resolvida, pois corre o risco de perder os apoios que recebeu se não regressar à zona afetada de Porto Brandão.
A situação destas mais de uma centena de pessoas continua por resolver, evidenciando as dificuldades no processo de realojamento e na recuperação das comunidades afetadas por estes fenómenos naturais no município de Almada.




