Os primeiros prazos estabelecidos pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, para esclarecer os episódios que desencadearam a atual crise na Corte terminam no fim desta semana. Até lá, os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, devem apresentar suas manifestações sobre o relatório da PF que revelou mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro com referências a integrantes da cúpula dos Três Poderes.
Entre os documentos analisados estão mensagens enviadas por Vorcaro a Moraes. O cronograma definido por Fachin deve fazer com que uma definição sobre os próximos passos dos casos fique para a reta final da campanha eleitoral, a poucas semanas do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
Há um segundo caso sob análise de Fachin, aberto a partir de acusações feitas por Moraes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outras pessoas, que possui um calendário mais longo. Este segundo caso não deve ter uma resolução tão imediata quanto o primeiro.




