Um esquema de burlas imobiliárias no Algarve lesou dezenas de vítimas num valor total de cerca de quatro milhões de euros. Joana Wirachman, em conjunto com três solicitadoras, vendia imóveis sem o conhecimento dos legítimos donos, falsificava documentos e enganava familiares para concretizar as transações fraudulentas.
As quatro arguidas foram pronunciadas pelo tribunal para julgamento, após o Ministério Público ter validado a acusação contra o grupo. O esquema envolvia a utilização de documentos falsificados para proceder à venda de propriedades que não lhes pertenciam.
As burlas afetaram um número significativo de pessoas, que perderam dinheiro e, em muitos casos, os seus bens imóveis através de transações realizadas de forma fraudulenta e sem o seu consentimento. O valor global das fraudes ascende a aproximadamente quatro milhões de euros.




