A Policia Judiciária realizou detenções e apreensões de ativos no valor de 15 milhões de euros no âmbito de investigações por criminalidade organizada. Esta operação representa um dos maiores valores de apreensões alguma vez registados em Portugal neste tipo de investigações.
Entre os bens apreendidos encontram-se imóveis, veículos, produtos financeiros e participações sociais. As autoridades conseguiram confiscar um património significativo aos suspeitos envolvidos nas investigações.
As apreensões foram realizadas ao abrigo das novas regras da perda alargada de bens, um instrumento jurídico que permite às autoridades confiscarem ativos mesmo quando não existe uma condenação judicial, desde que se prove que os bens têm origem criminosa. Esta legislação tem vindo a ser utilizada com maior frequência no combate ao crime organizado em Portugal.



