A Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu uma ação inspetiva ao Hospital Garcia de Orta, em Almada. A investigação surge na sequência do fecho da consulta de gravidez não desejada, que deixou de funcionar a 10 de agosto.
O hospital remeteu as mulheres que procuravam esta consulta para uma unidade privada, alterando significativamente o acesso a este serviço de saúde. A IGAS já acompanhava o processo antes de decidir avançar formalmente com a investigação.
O Diário de Notícias tinha anteriormente reportado deficiências de informação neste hospital, bem como violações de recomendações emanadas tanto da IGAS como da Entidade Reguladora da Saúde. Estas irregularidades foram documentadas antes do encerramento da consulta.



