Eunice Carvalho, conhecida como Taróloga Maya, foi apanhada numa escuta telefónica integrada na acusação do Ministério Público no âmbito do chamado "caso Elefante Branco". A investigação da PSP incide sobre uma alegada rede de exploração sexual num conhecido clube de alterne de Lisboa.
Entre os 12 arguidos acusados no processo encontram-se Luís Torres e Pedro Gameiro. As suspeitas que recaem sobre os arguidos incluem associação criminosa, branqueamento de capitais, tráfico de pessoas para fins de exploração sexual e lenocínio, entre outros crimes.
As contas de três sociedades associadas ao grupo terão registado movimentações financeiras significativas entre 2019 e maio de 2025, período em que o esquema terá estado em funcionamento. A escuta telefónica mostra Maya a angariar acompanhante de luxo no contexto desta investigação.




