Existe, ou não, um problema de sustentabilidade da Segurança Social? Esta é a questão central que o artigo coloca à sociedade portuguesa. O autor defende que é necessário colocar esta discussão de forma séria, objetiva, não demagógica e não partidária.
O objetivo é introduzir reformas profundas no sistema de Segurança Social português. Estas reformas devem garantir tanto as pensões atuais quanto as futuras, ou seja, devem assegurar a sustentabilidade do sistema a longo prazo.
O artigo destaca especialmente a preocupação com os jovens, sugerindo que qualquer reforma deve ter em conta as gerações mais jovens que vão contribuir para o sistema nas próximas décadas e depender dele quando se reformarem.




