Um projeto-piloto de monitorização da qualidade do ar detetou níveis insatisfatórios em 12 escolas localizadas nas regiões norte e centro de Portugal. A análise centrou-se na medição de partículas finas e gases poluentes no ambiente escolar.
Os poluentes monitorizados foram as partículas PM10, PM2.5 e o dióxido de azoto (NO2). Os perfis horários das concentrações destes contaminantes revelaram padrões consistentes com a influência do tráfego rodoviário nas imediações dos estabelecimentos de ensino.
Os dados recolhidos demonstraram aumentos significativos das concentrações de poluentes durante as horas de ponta, tanto de manhã como à tarde, períodos coincidentes com o intenso movimento de veículos nas estradas próximas às escolas.




