PM cabo-verdiano promete investigação "séria e profunda" a causas do acidente no Fogo
Ocorrências

PM cabo-verdiano promete investigação "séria e profunda" a causas do acidente no Fogo

Expresso6 de setembro de 2026 às 22:51

O primeiro-ministro de Cabo Verde prometeu uma investigação "séria e profunda" para determinar as causas do acidente que ocorreu na ilha do Fogo. O despacho de um autocarro que transportava 39 pessoas resultou em 25 mortos e 14 feridos, sendo a maioria das vítimas crianças e jovens.

As autoridades locais divulgaram o balanço mais recente, segundo o qual treze das vítimas continuam internadas no Hospital Regional São Francisco de Assis. As equipas de emergência e as autoridades competentes estão a trabalhar no local e no acompanhamento dos sobreviventes.

O governo cabo-verdiano manifestou condolences às famílias das vítimas e assegurou que serão prestados todos os apoios necessários aos afetados por esta tragédia.

Notícias relacionadas

Ocorrências

Dezasseis nomes, uma cidade

Um pequeno largo na Calçada da Glória, em Lisboa, foi transformado em memorial com uma oliveira centenária rodeada por 16 blocos de calcário, cada um representando uma pessoa que morreu às 18h00 de 3 de setembro de 2025. O Largo da Oliveirinha, antes despercebido, agora presta homenagem às vítimas daquela tragédia.

SAPO Notícias07/09/26, 00:07
Ocorrências

Despacho de 1º Alerta — Porto, Baião, Gestaçô

Foi emitido um despacho de primeiro alerta para um incêndio de mato em Gestaçô, no município de Baião, distrito do Porto. O incêndio mobilizou 10 operacionais e dois meios terrestres, sem recurso a meios aéreos.

Fogos.pt — Incêndios ativos07/09/26, 00:03
Quem era Clarisse Paulo, a mulher assassinada pelo neto em Mafra
Ocorrências

Quem era Clarisse Paulo, a mulher assassinada pelo neto em Mafra

Clarisse Paulo era uma mulher assassinada pelo próprio neto na região de Mafra. O suspeito tem um passado ligado ao consumo de álcool e drogas, tendo chegado a frequentar um centro de reabilitação, o que levanta questões sobre o contexto familiar e os fatores que contribuíram para este crime.

Correio da Manhã07/09/26, 00:01
Ocorrências

O doente que esteve 36 horas nas urgências do Amadora-Sintra

Um doente crónico de 70 anos, João, esperou quase 36 horas nas urgências do Hospital Amadora-Sintra para ser visto pela primeira vez por um médico, apesar de estar triado com pulseira amarela. Após essa primeira consulta, o caso acabou por ser esquecido. A situação ilustra o colapso que as urgências hospitalares estão a enfrentar, com tempos de espera cada vez mais longos e profissionais sob forte pressão.

Observador07/09/26, 00:01