Durante a discussão sobre a pressão política em torno do executivo, surgiu a eventual criação de uma comissão parlamentar de inquérito. A moção de censura ao Governo esteve em debate, com críticas direcionadas a um ministro específico.
Paula do Espírito Santo defendeu que o ministro deveria sair antes do agendamento do debate parlamentar. A posição dela foi clara ao afirmar que o governante representa um "ativo tóxico" neste momento.
A situação reflete a instabilidade política vivida pelo executivo, com a oposição a pressionar através de mecanismos parliamentares como a moção de censura e a possibilidade de criação de uma comissão de inquérito.




