Rui Francisco é o autor desta opinião, que defende que respeitar a cultura pessoal não deve ser considerado um luxo nem um detalhe decorativo.
O artigo sustenta que respeitar a cultura pessoal significa reconhecer que cada pessoa possui uma maneira própria de estar no mundo.
Essa maneira própria inclui ritmos, gostos, pudores, crenças, lugares e referências que dão coerência aos dias de cada indivíduo.
O autor apresenta esta reflexão como um apelo ao reconhecimento da individualidade cultural de cada pessoa.




