Nos dois primeiros dias do Rock in Rio, diversos relatos de furtos de celulares e outros objetos de valor pipocaram nas redes sociais e foram denunciados à organização do festival. Os crimes aconteceram principalmente em áreas de multidão na Cidade do Rock, onde grandes públicos se concentravam para assistir às atrações. A situação gerou preocupação entre os frequentadores do evento.
As quadrilhas responsáveis pelos furtos têm utilizado as famosas rodas punk para cometer os crimes. Esse tipo de dinâmica, em que o artista pede para o público abrir uma grande roda, acaba criando uma oportunidade para os ladrões agirem. Quando a multidão se move para abrir espaço, as pessoas estão distraídas e vulneráveis, facilitando a ação dos criminosos.
Um dos casos registrados ocorreu na noite de sexta-feira, 4 de setembro, durante o show do Diogo Defante no Palco Supernova, quando um homem teve seu relógio roubado em meio à multidão. No sábado, um casal de namorados foi roubado durante uma roda no Palco Favela, demonstrando que os crimes aconteceram em diferentes palcos do festival.
O caso mais detalhado foi contado por Anderson Ramos, pai de uma jovem furtada durante o show do Major RD. Segundo ele, sua filha estava accompanied do namorado, do irmão e da namorada do irmão. Na penúltima música, quando o artista pediu para abrir uma grande roda, quem estava atrás teve que dar um passo para trás, e foi nesse momento que ela sentiu uma mão em sua bolsa e um leve empurrão, resultando no furto.




