Um estudo liderado por investigadores americanos identificou restos genéticos de duas populações humanas desaparecidas no ADN de seres humanos modernos. Uma dessas populações era completamente desconhecida até agora, o que representa uma descoberta significativa no campo da genética evolutiva.
Os investigadores descobriram que estes "ancestrais fantasma" contribuíram geneticamente para os seres humanos actuais, deixando marcas no nosso genoma que só agora foram detectadas através de análises genéticas avançadas.
Os resultados desta investigação sugerem que a história evolutiva do Homo sapiens é consideravelmente mais complexa do que os cientistas haviam pensado anteriormente. Em vez de uma progressão linear, a evolução humana envolveu múltiplas interacções entre diferentes populações, algumas das quais ainda não foram completamente caracterizadas.
Este estudo abre novas perspectivas para compreender como diferentes grupos humanos interagiram e se misturaram ao longo de dezenas de milhares de anos, revelando camadas de história genética que estavam anteriormente ocultas.




