Francisco Vilhena foi diagnosticado com cancro cerebral e recebeu a prognóstico de cinco anos de vida, dos quais já passou um ano. O jovem é o terceiro membro da sua família a sofrer desta doença, seguindo-se à mãe e à irmã, que também enfrentaram diagnósticos semelhantes. A família parece estar a ser atingida repetidamente por esta condição, o que motivou Francisco a querer "mudar a sina" dos Vilhena.
Francisco acredita que vai conseguir ultrapassar a doença e não se resigna ao prognóstico médico. O jovem demonstra determinação em lutar contra o cancro cerebral, procurando desafiar as expectativas dos médicos que lhe deram apenas cinco anos de vida. A sua atitude visa não apenas a sua própria recuperação, mas também quebrar o padrão familiar desta doença.
A história de Francisco Vilhena chama a atenção para o impacto devastador do cancro cerebral numa mesma família ao longo de gerações. O facto de já ter perdido um ano do tempo que lhe foi dado sublinha a urgência e a seriedade da sua situação atual. O jovem continua a lutar, determinado a escrever um destino diferente para si e para a sua família.




