Tetris ameaça processar a Casa Branca por causa do videojogo “Construa o Muro”Foto de Mikhail Nilov no Pexels
Negócios
США
Инвестиции

Tetris ameaça processar a Casa Branca por causa do videojogo “Construa o Muro”

Eco5 de setembro de 2026 às 11:00

A Tetris Company, empresa norte-americana com sede no Havai e no Nevada, negou na sexta-feira ter participado na criação do jogo "Construa o Muro", lançado pela Casa Branca, e alertou para possíveis ações judiciais por violação de direitos de autor. A empresa esclareceu nas redes sociais que leva a questão dos direitos de autor muito a sério e afirmou acreditar "no poder de unir as pessoas, não de as dividir".

O jogo foi lançado na quinta-feira através do site "Arcade" da Casa Branca, que apresenta cinco videojogos retro inspirados em políticas promovidas pelo Presidente Donald Trump. "Construa o Muro" é descrito como um jogo inspirado na mecânica do Tetris, no qual o jogador deve construir um muro para "proteger a fronteira da horda que se aproxima".

A plataforma da Casa Branca inclui ainda outros jogos, como o "Rio Run", baseado no clássico "Snake", que simula a patrulha da fronteira ao longo do Rio Grande. O governo de Trump explicou que a iniciativa visa "traduzir a agenda de Trump para um formato interativo" e "contar a história das suas realizações" de forma que ressoe com os americanos.

O artigo menciona ainda que a administração Trump fez do combate à imigração ilegal uma das suas principais bandeiras, tendo o Departamento de Segurança Interna recentemente divulgado um vídeo sobre deportações de imigrantes haitianos e anunciado a detenção de cerca de 51 mil imigrantes undocumented em agosto, um número considerado "recorde".

Notícias relacionadas

Governo diz que subida de 'rating' é "mais um passo na credibilidade e confiança" no país
Negócios

Governo diz que subida de 'rating' é "mais um passo na credibilidade e confiança" no país

O Governo português reagiu positivamente à subida do 'rating' do país, considerando que esta decisão representa "mais um passo na credibilidade e confiança" em Portugal e constitui "uma confirmação desse caminho" que tem sido seguido. A classificação creditícia favorável reflete a percepção positiva das agências de rating sobre a economia e as finanças públicas portuguesas.

Correio da Manhã05/09/26, 18:19
Negócios

Quatro municípios do Centro criam projeto turístico “Expresso do Alto Mondego”

Quatro municípios do Centro de Portugal – Nelas, Mangualde, Fornos de Algodres e Gouveia – criaram em parceria o projeto turístico "Expresso do Alto Mondego", uma iniciativa de cooperação intermunicipal para promover o turismo na região.

TV RECORD EUROPA05/09/26, 18:00
Negócios

Pneus novos à frente ou atrás? Muitos condutores escolhem o eixo errado e esta é a opção mais segura

Quando apenas dois pneus precisam de ser substituídos, muitos condutores colocam-nos no eixo dianteiro, mas especialistas e fabricantes como a Michelin e a Euromaster recomendam que os pneus novos fiquem no eixo traseiro. A razão principal prende-se com a estabilidade do veículo: ter maior aderência atrás ajuda a manter o automóvel estável, especialmente em piso molhado, onde pneus gastos atrás podem provocar sobreviragem. Esta recomendação aplica-se mesmo a carros de tração dianteira. Em Portugal, a profundidade mínima dos sulcos é de 1,6 mm, mas os especialistas aconselham a não esperar pelo limite legal para substituir os pneus. O ideal continua a ser trocar os quatro em simultâneo, mas quando tal não é necessário, a regra de segurança é simples: pneus com maior profundidade de piso devem ficar sempre atrás.

Postal do Algarve05/09/26, 18:00
Explicador: A crise na Volkswagen
Negócios

Explicador: A crise na Volkswagen

A Volkswagen está a enfrentar uma grave crise que levou à apresentação de um plano de reestruturação abrangente, que prevê o corte de 100.000 postos de trabalho e a redução da gama de automóveis em 50% até 2035. O fabricante alemão pretende assim adaptar-se às transformações do setor automóvel e à queda nas vendas, especialmente no mercado europeu. Em Portugal, a fábrica da Autoeuropa, em Palmela, não será afetada por estes cortes, tendo sido excluída do plano de reestruturação.

Jornal de Negócios05/09/26, 18:00