A Câmara de Ourém quer cobrar uma taxa turística de dois euros por dormida a partir de 2027, o que gerou um conflito com a hotelaria e com o Santuário de Fátima. A proposta prevê dois euros por hóspede e por noite, até um máximo de cinco dormidas, com isenções para menores de 12 anos e para pessoas com incapacidade igual ou superior a 60%.
Os empresários da hotelaria contestam a medida, opondo-se à sua implementação. O Santuário de Fátima também ficou descontente com a proposta e chegou a deixar no ar a possibilidade de fechar casas de banho e parques de estacionamento, numa posição de pressão contra o município.
Depois de ter ameaçado com essas medidas, o Santuário recuou da sua posição inicial. A frente de conflito junta assim o município de Ourém, os representantes do setor hoteleiro e o próprio Santuário de Fátima, que é um dos principais polos de atração turística da região.



