O Quadro Global de Referência do SNS para o triénio 2026-2028 foi aprovado com nove meses de atraso, revelando problemas na gestão e planeamento do sistema de saúde público português.
O documento indica que a cobertura de médico de família permanecerá estagnada até 2028, mantendo as mesmas metas assistenciais sem progresso significativo na acessibilidade aos cuidados de saúde primários.
Os administradores hospitalares e a Ordem dos Médicos manifestaram críticas ao quadro aprovado, considerando que as metas assistenciais definidas apresentam uma falta de ambição incompatível com as necessidades da população.
O subfinanciamento do SNS é apontado como factor agravante, com os críticos a alertar que a escassez de recursos financeiros continuará a comprometer a qualidade e a abrangência dos serviços de saúde públicos.




