Um relatório do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) indica que a área ardida este ano em Portugal é a quinta mais elevada da década. O documento analisa os incêndios florestais registados durante o período em questão.
De acordo com o relatório, cerca de um terço dos incêndios investigados este ano tiveram como causa queimas e queimadas. Esta foi a principal causa identificada entre os fogos analisados.
O incendiarismo surge como a segunda causa mais frequente, representando 19% dos casos investigados. Os reacendimentos completam o podium das principais origens dos incêndios, correspondendo a 9% do total.
O ICNF é o organismo responsável pela elaboração deste relatório, que permite perceber a distribuição das causas dos incêndios florestais que afetaram o país este ano.




