Um despacho judicial de 2022 anulou a decisão tomada por Luís Neves que atribuía utilidade operacional a dezenas de bens arrestados a Rúben Oliveira, conhecido como Xuxas. Esta decisão do tribunal considerou sem efeito a autorização para que a Polícia Judiciária utilizasse esses bens.
A PJ confirmou que continua a utilizar os bens em causa, incluindo sofás, televisões e equipamentos de ginásio, em várias das suas unidades. No entanto, a polícia afirmou desconhecer se alguma vez foi informada da decisão do tribunal que anulou a atribuição de utilidade operacional a esses bens.
A defesa de Xuxas anunciou que vai solicitar uma auditoria para apurar a localização atual dos bens e para que fins estão efetivamente a ser utilizados. O processo está relacionado com o apreensão de bens de Rúben Oliveira, cujo julgamento decorreu em tribunal.




