Empresários articulam novo manifesto para cobrar código de conduta no STFFoto de Domingos Henriques no Pexels
Política
Инвестиции
Coimbra

Empresários articulam novo manifesto para cobrar código de conduta no STF

oglobo4 de setembro de 2026 às 21:15

Empresários do setor privado estão se organizando para divulgar um novo manifesto pedindo que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, adote um código de conduta para os magistrados da corte. A mobilização ocorre em meio a um cenário de desconfiança na mais alta corte do país, cuja função é garantir o cumprimento da Constituição.

A indignação dos empresário foi motivada pela revelação de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco Master, conforme investigação da Polícia Federal. O caso levantou questionamentos sobre a independência e a imparcialidade do tribunal.

O pronunciamento mais contundente veio do fundador e presidente do conselho do Grupo Petz Cobasi, Sergio Zimerman. Durante o evento Fórum Negócios Brasil, realizado esta semana em São Paulo, o empresário criticou duramente a crise no STF e os fatos revelados pela PF.

Zimerman afirmou que a população deve ir às ruas caso as investigações envolvendo Moraes e Vorcaro não resultem em punições. Segundo ele, se nada acontecer com relação às apurações, as pessoas precisam se mobilizar para cobrar respostas.

Notícias relacionadas

Trump desvaloriza conflito com Irão e questiona se termo "guerra" é aplicável
Política

Trump desvaloriza conflito com Irão e questiona se termo "guerra" é aplicável

O Presidente norte-americano Donald Trump procurou minimizar a escalada militar contra o Irão, afirmando que a operação conjunta com Israel foi uma resposta "muito bem executada" e questionando se o termo "guerra" é realmente aplicável à situação. Num tom que contrastou com a retórica mais alarmista de membros da sua administração, Trump tentou projetar confiança, sugerindo que o conflito poderá ter sido resolvido de forma rápida e eficaz, embora sem fornecer detalhes concretos sobre os resultados da ofensiva.

Jornal de Negócios04/09/26, 23:04
Política

Ucrânia: Trump confirma que enviados vão a Moscovo e Kiev para reatar negociações de paz

Donald Trump confirmou que os seus enviados Steve Witkoff e Jared Kushner viajam este fim de semana para Moscovo e Kiev para reavivar as negociações de paz entre Rússia e Ucrânia. Em Moscovo, no sábado, reúnem-se com Vladimir Putin, seguindo-se um encontro com Volodymyr Zelensky na capital ukrainiana, naquela que será a primeira reunião entre os dois negociadores e o líder ukrainiano. Trump adiantou que os enviados levam uma proposta para acabar com a guerra, reconhecendo simultaneamente que as negociações são difíceis devido ao ódio profundo entre Putin e Zelensky. Washington pretende que ambas as partes suspendam temporariamente os ataques durante a visita, um apelo também feito por Zelensky. A viagem ocorre um ano após o encontro entre Trump e Putin no Alasca, que terminou sem acordo, e num contexto em que a Ukraine enfrenta escassez de munições.

Jornal Económico04/09/26, 23:03
Trump considera guerra contra República Islâmica uma "coisa pequena" para EUA
Política

Trump considera guerra contra República Islâmica uma "coisa pequena" para EUA

O artigo informa que o Presidente norte-americano, Donald Trump, considerou que a guerra contra o Irão é uma "coisa pequena" para os Estados Unidos, apesar de se prolongar há mais de seis meses e das baixas provocadas nas forças armadas. Na Casa Branca, o líder norte-americano procurou desvalorizar o impacto da ofensiva militar lançada em conjunto com Israel em 28 de fevereiro contra a República Islâmica e questionou se o termo guerra é aplicável.

dnoticias.pt04/09/26, 23:02
La Fiscalía avala que la Audiencia Nacional investigue la entrada masiva en Ceuta
Política

La Fiscalía avala que la Audiencia Nacional investigue la entrada masiva en Ceuta

A Fiscalía espanhola apresentou um relatório à juíza María Tardón apoiando que a Audiencia Nacional seja competente para investigar a crise migratória em Ceuta, argumentando que uma parte substancial do planejamento, mobilização e coordenação foi realizada no território marroquino, enquanto a execução material e seus efeitos ocorreram em território espanhol. O órgão ministerial considera que essa distribuição geográfica de atividades justifica a jurisdição da Audiencia Nacional para o caso.

El Periódico Mediterráneo - General04/09/26, 22:59