Joana Amaral Dias, comentadora, falou sobre o caso de uma menina de quatro anos que assistiu ao homicídio da mãe em Albufeira. O crime foi cometido pelo próprio pai da criança.
A comentadora defendeu que, ao contrário do que tem sido dito, a menina poderá guardar recordações da tragédia para o resto da vida. Esta posição contradiz a perspetiva de que uma criança tão jovem não retém memórias de eventos traumáticos.
O caso ocorreu em Albufeira e envolveu uma criança que testemunhou em primeira mão a violência fatal contra a sua progenitora. A idade da menina, apenas quatro anos, tem sido um ponto de discussão sobre o impacto psicológico a longo prazo.
Joana Amaral Dias salientou que a memória da criança pode ser mais duradoura do que muitos especialistas têm sugerido em relação a eventos traumáticos vivenciados em tenra idade. Esta análise surge no contexto de um homicídio que chocou a comunidade local.




