O artigo aborda a possibilidade de Angola, Brasil e Portugal construírem uma arquitetura lusófona de inteligência artificial. O autor, Evaristo Tone, argumenta que esta iniciativa poderia ser sustentada em cinco pilares fundamentais: dados, computação, energia, regulação e infraestruturas partilhadas.
A referência ao cabo submarino que liga Luanda a Fortaleza indica a existência de uma infraestrutura física que já conecta diretamente Angola ao Brasil, podendo servir de base para esta cooperação tecnológica entre os países lusófonos.
Opieceiro enquadrada no contexto mais amplo da geopolítica da inteligência artificial, sugerindo que os países de língua portuguesa têm uma oportunidade concreta de colaboração neste domínio estratégico. A opinião destaca a importância de uma abordagem coordenada entre as três nações para maximizar o potencial desta parceria no setor tecnológico.




