A perda auditiva vai além de simplesmente ouvir menos, podendo obrigar o cérebro a um esforço permanente para compreender conversas, distinguir vozes do ruído de fundo e acompanhar situações do quotidiano. Esta condição afeta significativamente a qualidade de vida de quem dela sofre.
João Ferrão, diretor de audiologia da Widex, analisa em entrevista como a inteligência artificial está a transformar os aparelhos auditivos, tornando-os mais adaptativos e personalizados às necessidades de cada utilizador.
Segundo o especialista, a inteligência artificial permite que os dispositivos auditivos se ajustem automaticamente a diferentes ambientes sonoros, melhorando a capacidade dos utilizadores de ouvir em situações ruidosas.
No entanto, a entrevista destaca que a tecnologia não substitui o papel decisivo do audiologista no processo de reabilitação auditiva, sublinhando a importância da acompanhamento profissional especializado.


