O ministro Alexandre de Moraes utilizou um relatório interno de inteligência da Polícia Federal como base para pedir a investigação de André Mendonça por suposto abuso de autoridade e interferência indevida em investigações. O documento, contudo, afirma explicitamente não ter caráter decisório nem valor probatório. Além disso, o relatório não possui cabeçalho oficial da PF, não traz a assinatura de um delegado responsável e reúne informações oriundas de fontes não identificadas. O artigo foi atualizado com novas informações.
Relatório usado por Moraes contra Mendonça não tem caráter decisório nem valor probatório
cbn4 de setembro de 2026 às 12:17
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