O regresso às aulas está iminente e Portugal enfrenta um problema significativo: existem mais de 2.600 horários por preencher nas escolas públicas. Esta situação coloca em causa o bom funcionamento do ano letivo que se aproxima.
Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Direção e Agrupamento de Escolas Públicas, foi ouvido sobre o assunto e explicou as razões que estão na origem desta situação. Segundo o responsável, este é um problema que se repete de forma consistente, ano após ano, sem que se encontre uma solução duradoura.
A situação reflete dificuldades estruturais no sistema educativo português em atrair e reter professores para preencher estas vagas. O fenómeno não é novo e tem vindo a repetir-se consecutivamente, o que indica que as medidas adotadas até agora não têm sido suficientes para resolver o problema de forma definitiva.




