Novo condomínio de luxo em terreno da mansão mais cara do Brasil, no Leblon, já vendeu sete das dez casas por até R$ 42 milhõesFoto de Sérgio Souza no Pexels
Imobiliário
Инвестиции
Lisboa

Novo condomínio de luxo em terreno da mansão mais cara do Brasil, no Leblon, já vendeu sete das dez casas por até R$ 42 milhões

extra4 de setembro de 2026 às 08:30

A mansão anunciada por R$ 220 milhões e considerada a mais cara do Brasil começou a ser demolida no Jardim Pernambuco, bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. O casarão, que ficou seis anos em negociações entre seus proprietários e a incorporadora Mozak, dará lugar a um novo projeto imobiliário de alto padrão. O terreno, que já não aparece na paisagem do bairro, estava localizado em uma das áreas mais valorizadas da cidade.

No lugar da antiga mansão, será construído o condomínio fechado Estância Pernambuco, com apenas dez casas de alto padrão. Antes mesmo de a demolição avançar significativamente, sete unidades já haviam sido vendidas, representando 70% do total do projeto. Segundo a imobiliária responsável pelas vendas, os imóveis foram negociados por um preço médio de R$ 35 milhões, com valores variando entre R$ 24 milhões e R$ 42 milhões, este último referente à unidade mais cara. Atualmente, restam apenas três casas disponíveis para comercialização.

Os lotes do novo condomínio terão dimensões entre 900 m² e 1.800 m², um tamanho considerado raro no Jardim Pernambuco, onde os terrenos normalmente possuem cerca de 500 m². Além disso, grande parte da região é formada por áreas inclinadas, enquanto o novo projeto predominará por terrenos planos, outro diferencial valorizado no mercado imobiliário da zona sul do Rio de Janeiro.

Notícias relacionadas

Imobiliário

Na área mais privilegiada do Leblon, a mansão mais cara do Brasil é sucesso de venda; luxo, vista para o mar, a lagoa e o Cristo são atrativos

A mansão anunciada por R$ 220 milhões, considerada a mais cara do Brasil, está sendo demolida no Jardim Pernambuco, bairro privilegiado do Leblon, no Rio de Janeiro. O casarão, que ficou seis anos em negociação entre proprietários e a incorporadora Mozak, dará lugar ao condomínio fechado Estância Pernambuco, com apenas dez casas de alto padrão. Mesmo antes da demolição avançar, sete unidades já foram vendidas por valores entre R$ 24 milhões e R$ 42 milhões, restando apenas três disponíveis. Os lotes variam de 900m² a 1.800m², tamanho considerado raro na região, onde terrenos normalmente têm cerca de 500m² e grande parte fica em áreas inclinadas.

extra04/09/26, 10:00
Imobiliário

Câmara instala casas de banho públicas nas zonas ribeirinhas de Benavente e Samora Correia

A Câmara Municipal de Benavente instalou casas de banho públicas nas zonas ribeirinhas de Benavente e Samora Correia, num investimento municipal de 120 mil euros. Os novos equipamentos funcionam diariamente entre as 07h00 e as 21h00, com o objetivo de reforçar as condições de utilização destes espaços para os cidadãos.

Correio do Ribatejo04/09/26, 09:47
Imobiliário

Alunos da ESA e da EB2/3 de Côja iniciam aulas em instalações requalificadas

Os alunos da ESA e da EB2/3 de Côja, no município de Arganil, iniciaram o ano letivo em instalações totalmente requalificadas, resultado de obras financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Os trabalhos de renovação decorrem a bom ritmo e representam um investimento significativo na melhoria das condições educativas da região.

Diário de Coimbra04/09/26, 09:30
Vila Franca de Xira e Benavente lideram preços da habitação na região, Chamusca é o concelho mais barato
Imobiliário

Vila Franca de Xira e Benavente lideram preços da habitação na região, Chamusca é o concelho mais barato

Vila Franca de Xira e Benavente apresentam os preços médios de venda de habitação mais elevados entre os concelhos acompanhados pelo NS, enquanto a Chamusca surge como o município mais barato da região. No mercado de arrendamento, Vila Franca de Xira volta a liderar, seguida de Azambuja e Benavente, de acordo com dados do Observatório Imobiliário do Doutor Finanças. Os dados refletem as disparidades no mercado imobiliário local, com os concelhos mais próximos da capital a registarem valores mais elevados.

SAPO Notícias04/09/26, 08:49