Na semana passada, duas novas terapias experimentais receberam destaque com a promessa de se tornarem as chamadas "pílulas do exercício". Ambos os tratamentos ainda estão em fase de testes e pesquisa.
Apesar do interesse gerado por essas abordagens, especialistas enfatizam que nenhuma dessas terapias será capaz de substituir a prática de atividade física. A mensagem dos especialistas é clara: o exercício real não pode ser substituído por medicamentos.
A ressalva é particularmente importante quando se trata do treinamento de força. Segundo os especialistas ouvidos, essa modalidade de exercício é fundamental para a preservação e o ganho de massa e função muscular, algo que nenhuma pílula consegue replicar adequadamente.
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