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GHK-Cu pode rejuvenescer a pele? Entenda o que se sabe até agora

oglobo4 de setembro de 2026 às 08:00

Por muito tempo, o conceito de rejuvenescimento estava associado principalmente a resultados visíveis, como suavizar rugas, melhorar a flacidez, recuperar volume e deixar a pele mais uniforme. Nos últimos anos, no entanto, a discussão passou a incluir também processos que ocorrem dentro dos tecidos, o que abriu espaço para novos ingredientes e abordagens.

É nesse cenário que o GHK-Cu, um peptídeo ligado ao cobre, ganhou destaque nos debates sobre beleza e longevidade. O ingrediente aparece em produtos para a pele e também passou a ser discutido em estratégias além do skincare, incluindo versões orais e injetáveis.

O interesse pelo GHK-Cu tem relação com estudos que investigam sua participação em processos ligados à reparação dos tecidos, à produção de colágeno e à organização da pele. No entanto, a popularidade do ativo não significa que todas essas aplicações tenham o mesmo respaldo científico.

A discussão sobre rejuvenescimento facial também tem sido alimentada por debates sobre os rostos de celebridades, que têm levantado questões sobre os limites entre procedimentos discretos e resultados mais visíveis.

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