O inquérito-crime relativo ao Elevador da Glória está a ser conduzido pelo DIAP Regional de Lisboa e ainda não conta com qualquer arguido constituído. O Ministério Público decidiu não nomear suspeitos até ao momento, optando por recolher mais provas antes de avançar para essa fase processual.
O processo deverá ficar concluído em março de 2027, data que coincide com o final da investigação paralela que está a ser realizada pelo GPIAAF, o Grupo de Investigação de Acidentes Ferroviários e de Acidentes e Incidentes Aeronáuticos.
A demora nas conclusões deve-se ao facto de ainda estarem a decorrer perícias técnicas no âmbito do processo. Estas investigações visam determinar as causas e responsabilidades pelo incidente no elevador.
Embora o inquérito ainda não tenha chegado a conclusões formais, já é evidente para os investigadores que existia uma falta de segurança estrutural dentro da Carris relativamente a este transporte, um dos mais icónicos de Lisboa.




