Porque o Chelsea está “furioso” com o Mónaco (com Enzo e Balogun pelo meio)
NegóciosSetúbal

Porque o Chelsea está “furioso” com o Mónaco (com Enzo e Balogun pelo meio)

ZAP Notícias3 de setembro de 2026 às 21:30

Enzo Fernández saiu do Chelsea para o Manchester City numa transferência de 145 milhões de euros, tornando-se o jogador mais caro deste verão. O argentino, que tinha chegado ao Chelsea vindo do Benfica, foi o protagonista principal de mais uma janela de transferências movimentada.

Para substituir Enzo Fernández, o Chelsea tinha um plano traçado: contratar Lamine Camara, que sairia do Mónaco para reforçar a equipa de Londres. O clube inglês contava incluir o jogador no seu plantel para colmatar a saída do médio argentino.

No entanto, o negócio foi cancelado pelo Mónaco nos últimos minutos do último dia de transferências, que decorreu a 1 de Setembro. Os monegascos decidiram não concretizar a venda de Lamine Camara, frustrando os planos do Chelsea.

Esta decisão do Mónaco deixou o Chelsea “furioso”, segundo a notícia. O clube inglês viu-se obrigado a enfrentar a época sem o替代 que tinha planeado para o lugar deixado por Enzo Fernández, após o negócio com os monegascos ter caído por terra à última hora.

Notícias relacionadas

Negócios

União Europeia sem risco imediato de abastecimento de gás apesar de reservas baixas

A Comissão Europeia anunciou que, embora os níveis de armazenamento de gás na UE estejam abaixo dos registados em anos anteriores, não existe risco imediato para a segurança do abastecimento energético. A avaliação do Grupo de Coordenação do Gás indica que a UE está mais preparada do que em 2021 e 2022, graças à diversificação das fontes de abastecimento, ao aumento da capacidade de importação de GNL e à redução da procura. No entanto, a instabilidade no Médio Oriente mantém suspensa a produção de GNL do Qatar, e as ondas de calor na Europa aumentaram a procura de gás para produção de eletricidade, provocando volatilidade nos preços. Portugal destaque-se com 93,08% das reservas llenas, uma das taxas mais elevadas da UE. Uma nova reunião do grupo está prevista para 24 de setembro.

Jornal Económico04/09/26, 00:26
Negócios

Têxtil e vestuário português afirma-se como polo de inovação em sustentabilidade

Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos analisou como a indústria têxtil e do vestuário portuguesa tem respondido aos desafios da sustentabilidade através da inovação e da criação de valor, afirmando-se como um polo de referência nesta área. A pesquisa destaca as estratégias adotadas pelo setor para integrar práticas sustentáveis nos processos produtivos e no desenvolvimento de novos produtos.

Now04/09/26, 00:22
Negócios

O PRR e o seu escrutínio

Portugal completou o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com a garantia do Governo de que cumpriu 100% dos marcos e metas acordados com Bruxelas, assegurando 16,3 mil milhões de euros em subvenções e prevendo executar cerca de 5,6 mil milhões em empréstimos. O artigo sublinha que, embora a execução financeira seja um resultado positivo num país com dificuldades históricas na aplicação de fundos europeus, cumprir administrativamente um plano não equivale a transformar economicamente o país. Aponta para a necessidade de avaliação independente sobre o impacto real do investimento de 21,9 mil milhões de euros na produtividade, competitividade e capacidade de crescimento, alertando que o Banco de Portugal antecipa um abrandamento económico após o impulso do PRR e que o Tribunal de Contas Europeu identificou limitações na transparência. O artigo defende que o fim do PRR deve marcar o início de um escrutínio rigoroso sobre resultados concretos.

Jornal Económico04/09/26, 00:18
Negócios

Dívidas soberanas em alvoroço

O conflito no Médio Oriente está a provocar uma nova escalada dos preços do petróleo, aproximando-se dos 100 dólares, o que alimenta pressões inflacionistas e antecipa novas subidas de juros em setembro pelo BCE e Fed. Os juros da dívida soberana dispararam na Zona Euro, Reino Unido e Japão, atingindo máximos de 15 anos, com vendas massivas de obrigações por parte dos investidores. Portugal, embora não seja exceção e tenha visto os juros da dívida subirem ao valor mais alto da última década, é considerado pela agência DBRS como um dos países menos afetados, protegido por dinâmicas económicas positivas, deixando de pertencer ao antigo grupo de risco dos PIIGS. Agora são outros países, como Reino Unido, Itália e França (BIF), que enfrentam a pressão dos mercados, num contexto de receio de estagflação global.

Jornal Económico04/09/26, 00:16