O artigo apresenta um relato em primeira pessoa sobre o acidente no elevador da Glória, no Rio de Janeiro. A testemunha descreve-se como profundamente abalada ao pensar no que aconteceu, revelando o impacto emocional da experiência.
A pessoa entrevistada conta que teve sorte, pois não estava dentro do vagão que descarrilou durante o acidente. No entanto, ela teve que assistir a toda a cena no momento exato em que a tragédia ocorreu, o que contribuiu para o seu trauma.
A testemunha expressa frustração ao questionar se os responsáveis pelo acidente foram identificados, levantando dúvidas sobre a responsabilização pelo incidente. O relato destaca a angústia de quem presenciou o momento sem conseguir impedir o que estava acontecendo.




