A presidente cessante da Assembleia- Geral da ONU, Annalena Baerbock, advertiu que a organização não sobreviverá à atual era descrita como "tão fragmentada" sem uma reforma profunda. O alerta foi deixado a cerca de uma semana antes de ela deixar o cargo.
Baerbock enfatizou que a ONU enfrenta desafios sem precedentes devido ao cenário geopolítico atual, caracterizado por profundas divisões entre os países-membros. Segundo ela, a organização precisa passar por mudanças estruturais significativas para conseguir responder aos conflitos e crises globais.
A saída de Baerbock da presidência da Assembleia-Geral marca o fim de um mandato marcado por tentativas de diálogo em meio a tensões internacionais crescentes. Seu sucessor terá a tarefa de dar continuidade ao trabalho de reformulação da instituição multilateral.



