Hugo Bastos, que trabalha na primeira linha da evolução da IA generativa, escreveu sobre a confiança nos modelos e agentes de inteligência artificial. O artigo aborda a questão de que o principal desafio atual já não é implementar a IA, mas sim criar confiança na tecnologia.
O autor defende que a confiança na IA deve ser bem calibrada, ou seja, nem baseada em fé cega nem em ceticismo automático. Esta posição sugere que é necessário encontrar um equilíbrio entre aceitar completamente e rejeitar completamente as capacidades dos sistemas de IA.
O artigo foi publicado no Tek Notícias e faz parte de uma série de reflexões de Hugo Bastos sobre o desenvolvimento e aplicação da IA generativa no contexto atual.




