Os depósitos bancários em Portugal atingiram um novo máximo histórico em Julho, com o montante de novos depósitos a alcançar valores sem precedentes. Este crescimento representa uma inversão da tendência de queda verificada nos meses anteriores.
A taxa de juro média de remuneração destes depósitos fixou-se em 1,59%, tendo registado uma subida em relação ao período anterior. No entanto, este valor continua significativamente abaixo da taxa de inflação, o que significa que o poder de compra dos depositantes está a ser erodido em termos reais.
Esta situação reflete o contexto económico actual, onde as taxas de juro praticadas pelos bancos não acompanham o ritmo da inflação, afectando negativamente os rendimentos dos aforradores que optam por aplicar as suas poupanças em depósitos bancários tradicionais.




