Mercado Municipal de Santarém abre concurso para atribuição de 23 lojasFoto de Tânia Roques no Pexels
NegóciosSantarém

Mercado Municipal de Santarém abre concurso para atribuição de 23 lojas

Correio do Ribatejo3 de setembro de 2026 às 14:42

A Viver Santarém abriu os procedimentos para a atribuição do direito de exploração de 23 lojas do Mercado Municipal de Santarém. Esta operação representa uma nova etapa no processo de ocupação e dinamização do mercado.

As lojas estão distribuídas por 16 conceitos de negócio diversos, que incluem áreas como restauração e gastronomia, comércio tradicional e serviços.

O Mercado Municipal de Santarém reabriu ao público no dia 19 de março de 2025, após ter estado encerrado durante seis anos. O concurso agora lançado visa encontrar operadores para ocupar os espaços disponíveis.

Notícias relacionadas

Negócios

Bitcoin e software resistirão a setembro?

A bitcoin recuperou significativamente na segunda metade de agosto, valorizando quase 25% em apenas cinco dias, impulsionada pelo pedido de Trump ao Congresso para clarificar a regulação das criptomoedas e pelas recompras de obrigações do tesouro norte-americano, que enfraqueceram o dólar. O setor norte-americano de software também recuperou, com o ETF IGV a ganhar cerca de 16% no mês, impulsionado por resultados empresariais melhores do que o esperado, como os da Salesforce, Workday, CrowdStrike e ServiceNow, que contrariaram a tese de que a IA reduziria a procura por software tradicional. O artigo destaca a forte correlação entre a BTC e as ações de software, explicando que ambos são sensíveis aos mesmos fatores macroeconómicos, embora a BTC antecipe frequentemente a recuperação do setor. Apesar da recuperação de agosto, setembro é historicamente o pior mês para as ações nos EUA, pelo que se recomenda prudência.

Jornal Económico04/09/26, 00:08
Negócios

As duas formas de matar o turismo

Este artigo de opinião analisa os dois extremos que podem comprometer o futuro do turismo em Portugal: por um lado, discursos simplistas que ignoram os benefícios económicos e sociais do setor, responsável por cerca de 12% do PIB nacional; por outro, o crescimento descontrolado e a obsessão pelos números em detrimento da qualidade. O autor defende que a solução passa por encontrar equilíbrio entre residentes, visitantes e território, recorrendo a dados sérios, análises independentes e políticas baseadas em evidências. O verdadeiro desafio para Portugal não é receber mais turistas a qualquer custo nem travar o setor, mas criar mais valor por visitante, distribuir melhor os fluxos turísticos e garantir que os benefícios chegam às comunidades locais.

NotíciasdeAveiro.pt04/09/26, 00:07
Negócios

Escolas do Turismo de Portugal abrem candidaturas para últimas vagas com taxa de empregabilidade de 92%

As Escolas do Turismo de Portugal abriram candidaturas até 16 de setembro para as últimas vagas disponíveis, oferecendo formação no setor da hotelaria e turismo com uma taxa de empregabilidade de 92% seis meses após a conclusão do curso, segundo o Estudo de Inserção Profissional 2025. Das escolas da rede, 87% dos diplomados trabalham no setor que escolheram e 71% conseguiram emprego em menos de um mês. O programa de modernização foi financiado pelo PRR e incluiu novos laboratórios, cozinhas, anfiteatros e equipamentos digitais. Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, enfatizou que a atualização permite preparar profissionais mais qualificados para o setor. A rede escolar, certificada pela Organização Mundial do Turismo, forma anualmente mais de 2.500 alunos e garante formação contínua a mais de 35 mil profissionais.

Jornal Económico04/09/26, 00:07
Negócios

O triângulo virtuoso da defesa

Jorge Silva Carvalho argumenta que a indústria de defesa portuguesa deixou de ser um sector especializado para se tornar espaço de competição tecnológica, segurança de abastecimento e disputa pelo conhecimento. O autor destaca que Portugal tem capacidade de inovação em sistemas não tripulados, inteligência artificial, robótica e materiais avançados, mas o verdadeiro desafio está em atravessar o "vale" entre o protótipo e o produto certificado e exportável. Defende que isto exige liderança, estratégia e inteligência competitiva e de segurança, e que a janela de oportunidade aberta pela mudança geopolítica pode fechar-se rapidamente. Aponta o REPMUS como exemplo de colaboração internacional, mas alerta que falta criar uma interface permanente entre militares, engenharia e indústria, e que a contratação pública deve ser tratada como instrumento de política industrial.

Jornal Económico04/09/26, 00:07