Em Portugal, a escolha da área de estudo no ensino superior é mais determinante para a empregabilidade dos licenciados do que a própria universidade frequentada. Esta é a principal conclusão destacada no artigo, que analisa as taxas de desemprego entre diferentes cursos superiores.
Os alunos formados em áreas como Artes, Psicologia, Ciências Naturais e Humanidades apresentam uma probabilidade significativamente maior de ficarem desemprego quando comparados com licenciados de outras áreas. Estes sectores enfrentam maiores dificuldades no mercado de trabalho português.
Em contraste, os estudantes que optam por cursos de Engenharia demonstram melhores perspectivas de emprego. Esta área surge como uma das mais favoráveis em termos de inserção profissional no país.
O artigo alerta os jovens para a importância de considerarem a área de estudo como factor prioritário nas suas decisões académicas, uma vez que esta escolha pode ter impacto directo nas suas oportunidades futuras de trabalho.




