Foi apresentada na Assembleia da República uma denúncia anónima de 17 páginas que denunciava pressões, assédio laboral, ofensas, berros, ameaças, perseguições e alegadas ilegalidades nos bastidores do Palácio de São Bento. Segundo o jornal Público, os casos mencionados terão começado em 2024, prolongando-se ao longo de dois anos.
A pessoa visada pela queixa era Hugo Tavares, adjunto da секретарної geral Anabela Cabral Ferreira. A denúncia levantava ainda dúvidas sobre contratações e nomeações na Assembleia da República.
O caso acabou por ser arquivado sem que o alvo das queixas tivesse sido interrogado, o que surpreendeu os envolvidos na denúncia.
A denúncia anónima foi apresentada na Assembleia da República e detalhava um conjunto de situações que terão ocorrido ao longo de dois anos no Parlamento português.




