Luís Montenegro foi considerado o segundo político mais poderoso de 2026, numa classificação que reflete um ano particularmente desafiante para o primeiro-ministro português. Apesar das múltiplas adversidades que enfrentou, Montenegro conseguiu manter-se no cargo e assegurar alguma estabilidade política.
Entre os principais obstáculos do ano esteve a queda do pacote laboral, que representou uma derrota significativa na arena política. A este desafio somaram-se as consequências das tempestades que afetaram o país, criando pressão adicional sobre o Executivo.
O ano foi ainda marcado por polémicas envolvendo membros do seu governo, o que aumentou a pressão sobre Montenegro para proceder a remodelações ministeriais. Contudo, o primeiro-ministro recusou sistematicamente essas alterações, mantendo a composição original do Executivo.
Apesar de todas estas dificuldades, Montenegro conseguiu manter o Governo de pé e conseguiu também preservar alguma estabilidade nos resultados das sondagens, o que contribuiu para a sua elevada posição neste ranking de poder político.




